Assessoria técnica

Para apoiar e orientar a implementação do Jovem de Futuro nos estados parceiros, o Instituto Unibanco presta assessoria técnica às Secretarias de Educação e às escolas. Para isso, conta com equipes de gestão locais, responsáveis pela interlocução entre o Instituto e as Secretarias e por garantir a execução do projeto. Essas equipes, alocadas nas Secretarias de Educação parceiras, monitoram regularmente os indicadores de aderência do Jovem de Futuro nos estados, em articulação direta com os gestores dos órgãos locais.

O Instituto Unibanco disponibiliza insumos, procedimentos, protocolos, estratégias e mecanismos para que os gestores e as equipes técnicas desempenhem suas funções de forma adequada, bem como elaborem as metas voltadas ao Ensino Médio em cada escola, para melhorar os índices dos estados. Foi desenvolvida uma metodologia específica para cálculo de metas com o objetivo de gerar corresponsabilização das diversas instâncias da educação com as escolas no atingimento dos resultados e para reduzir a desigualdade dentro da própria rede.

Governança

O modelo de governança do Jovem de Futuro é composto de Comitês Operacionais e Comitês Estaduais. O objetivo dessa estrutura é assegurar o alinhamento estratégico, tático e operacional da parceria entre as Secretarias Estaduais de Educação e o Instituto Unibanco.

Os Comitês Operacionais são reuniões periódicas com representantes de diversas instâncias das Secretarias e a equipe do Instituto Unibanco para a discussão de temas relevantes a fim de que as escolas e as redes de ensino conquistem resultados cada vez melhores. Já os Comitês Estaduais contam com a presença do secretário de Educação e do superintendente do Instituto Unibanco em reuniões ao longo de cada ano para discutir como o Jovem de Futuro pode potencializar a melhoria na gestão e no aprendizado dos estudantes e as medidas complementares que precisam ser tomadas pela Secretaria.

Além disso, por meio do Circuito de Gestão, o Jovem de Futuro instituiu um processo, chamado de Sistemática de Monitoramento e Avaliação de Resultados (SMAR), para permitir a análise do desempenho das escolas. Por meio da SMAR, são apresentados três vezes por ano aos responsáveis das diversas instâncias da rede estadual de educação (escolas, diretorias regionais e Secretarias) os seguintes indicadores de resultado: frequência dos alunos, notas das avaliações internas bimestrais/trimestrais e nota das avaliações externas. Os objetivos desse processo são fortalecer a gestão escolar, analisar os resultados das avaliações, verificar a distância entre resultados e a meta anual da escola, subsidiar tomadas de decisão para o atingimento das metas e mobilizar todas as instâncias da gestão em benefício dos resultados escolares.